David, eu
estava lendo os relatórios das policias, das às vitimas foram mortas por arma branca,
o único caso deferente foi a primeiro que uma mulher também fio assassinada
junto com o marido, e o filho dele despareceu.
-vamos
começar por ai este garoto deve saber o porquê dos pais terem se assassinados.
O chefe do
departamento de homicídios entrou sala triste que outrora foi um dispensa de
produtos de limpeza, ele tem uma ar de superioridade que deixa qualquer um
sentido se um lixo ate às vezes quando se ver no espelho senti se um lixo .a
salinha deixava David e kelvin um pouco deprimido ,mas depois que o chefe do
departamento de homicídios entrou eles ficaram muito mais deprimidos,
-quando vc
ia me contar? -Perguntou, ele olhava para o David de forma mais autoritária possível.
- o que?
-os assassinatos,
que pode ser um serial killer, vc esta fora do caso.
-o que? Só
porque eu não falei nada para o senhor
-quero
alguém mais experiente, a impressa já esta no meu pé.
-o senhor
não pode fazer isto comigo, foi eu que descobri tudo.
-posso e vou-disse
quase gritando. Kelvin abaixou a cabeça, parecia um adolesceste vendo o amigo
levar uma broca dos pais.
-me de 48
horas, se eu não tive uma pista sobre o assassino ai o senhor pode me tira do
caso.
-ta 48 horas,
mas depois o detetive Barreto assume o caso.
-se nos não
tivemos nada do assassino-interrompeu kelvin.
Os olhos do chefe do departamento de homicídios fintaram kelvin, se ele tivesse
olhos de raio laser teria feito dois buracos na face de kelvin.
-isto mesmo
senhor kelvin-disse chefe do departamento de homicídios com um Tom de ironia
O chefe do
departamento de homicídios saiu da
salinha a depresao que tomava conta do lugar deu uma leve mudada
-David sabe
com quem ele se aparece com o seu pai
-serio-disse
David ironicamente-ele e o meu pai
-vc deve ter
sofrido muito na adolescência
-vc me
conhece desde criança vc vivia lá em casa
-mas os meus
pais não era policial e eu mal saia de casa imagina vc
- e nos era
dois alones, vamos trabalha- terminou David voltando sua atenção para o computador.
- espera seu
pai e o chefe e vc só ganhou uma salinha que era o deposito
-vamos, nos concentra
no caso-disse o David sem olhar para o kelvin.
Xxx
Um homem de
meia idade ele estava na porta de seu apartamento, ele destrancou a porta e
abriu aporta deu alguns passos firmes e entrou no apartamento viro se e fechou
a porta, jogou sua maleta no sofá ,branco ,grande, todo o apartamento tinha
sido decorado pelo maior decorador do mundo ,peca indígenas ,móveis antigos
misturado com moveis mordermos era
simplesmente luxuoso era tudo que o
dinheiro podia pagar. O homem foi ate o quarto ele abriu a porta, ele deu de cara com uma silhueta negra,
ele só via o contorno ,,a figura estava de pé próximo a cama ,homem usou a mão para procura o
interruptor seu olho continuou fixo na
sombra ,ele achou o interruptor apertou e as luzes acenderam, era duas colunas
de cinco lâmpadas de led, era uma pessoa
alta e esguio com o rosto coberto por um capuz preto com toda sua
roupa ,uma calca um sapato ,uma blusa e
um jaqueta que ia ate próximo de joelho, a única parte que se podia ver de seu
rosto era seu olho direito ele era vermelho sangue .
O homem estava congelado de medo a criatura
deu alguns passos em direção ao homem que correu e tranco se no banheiro, um banheiro igual
mente luxuoso com toda casa o grande destaque já que o dono da apartamento tem uma fixação, era o banheira 6 litros feita de mármore A criatura abriu a porta com facilidade, a criatura empurrou
a homem que caiu dentro da banheira
- vc gosta
de banheiro?-indagou-a criatura com uma voz diabólica
-não quem e vc?-tentou
o homem entre os dentes
-não foi o
que os meus amigos me disseram
-q.. quem?
Gaguejou o homem
-vc os
conhece muito bem-houve uma pequena pausa a criatura correu a mão por baixo da
jaqueta puxando uma faca que estava na bainha presa na sua cintura
-meu nome e Matt,
eu sempre quis vc algum em uma banheira
cheia de sangue-matt saiu do banheiro e poucos minutos ele retornou com
um balde branco com uma tampa ao chegar próximo de banheira Matt, destampou o
cheiro de sangue invadiu o banheiro, Matt segurou na alça do balde e começou a despejar o sangue, o homem
tentou sair da banheira, Matt foi ate a ponta da banheira onde estava a cabeça
do homem com mão esquerda puxou o queixo
dele para trás forçando contra o banheira, com a mão direita que estava com a
faca ele fez um corte de esquerda para direta no pescoço fazendo com que o homem morresse quase que imediatamente,
matt terminou de encher o banheira colocou um urso de pelúcia em um suporte na
banheira.
xxx
Um ônibus
amarelo tipicamente escolar, alguns alunos estão entrando. Quase todos estavam
dentro do ônibus só faltava o Mateus, a Elisa estava dentro do ônibus com a
cabeça para fora da janela o esperando. ele vinha correndo com
uma mochila segura somente por uma alça
-desculpem,
eu tive que passar no hospital-disse o Mateus, a professora tinha orgulho do garoto por isso quase todos
os atrasos dele era perdoada.
-entre logo-
disse o professora com um sorriso de orgulhoso
Mateus subiu
os três degraus de ônibus, ele parou no inicio do corredor ,ele correu os olhos
procurando Elisa ,ela estava sentada na penúltimo acento ,ele caminhou ate ela
,ele sentou se tento dar um beija nela mas, ela virou a cara
- oque
acontece?-indagou Mateus
-nada
–respondeu Elisa friamente- Mateus sabia que algo estava errado, ele segurou o
maxilar dela sua mão direita ,os dedos
dele tocaram nas maças do rosto dela com firmeza a delicadamente virou o rosto de para a esquerda para ele olhar nos
olhos dele
-nada-disse
ele ironicamente
-vc da mais
atenção àquelas crianças do que vc dar para mim
-não
acredito vc esta tendo uma crise de ciúmes por causa das crianças
-vc nunca
chega na hora nunca pode ficar mais tempo comigo, às vezes deixa de esta comigo
só para e com elas- ele a beijou.
-eu te amo,
só que às vezes elas precisam de mim ,elas estão doentes naquele ambiente que
quase todo mundo odeia ,sorri faz bem para elas, vc sabe o que esta em um
hospital dia pós dia, às vezes a única coisa que ela tem diversão e o picolé-
Elisa sentiu se um pouco envergonhada , afinal de contas qual menina não
ficaria enciumada com o namorado porque ele veste-se de palhaço e amimar
crianças doentes em um hospital ,realmente .
-desculpa.