quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

matt(parte III)

David, eu estava lendo os relatórios das policias, das às vitimas foram mortas por arma branca, o único caso deferente foi a primeiro que uma mulher também fio assassinada junto com o marido, e o filho dele despareceu.
-vamos começar por ai este garoto deve saber o porquê dos pais terem se assassinados.  
O chefe do departamento de homicídios entrou sala triste que outrora foi um dispensa de produtos de limpeza, ele tem uma ar de superioridade que deixa qualquer um sentido se um lixo ate às vezes quando se ver no espelho senti se um lixo .a salinha deixava David e kelvin um pouco deprimido ,mas depois que o chefe do departamento de homicídios entrou eles ficaram muito mais deprimidos,
-quando vc ia me contar? -Perguntou, ele olhava para o David de forma mais autoritária possível.
- o que?
-os assassinatos, que pode ser um serial killer, vc esta fora do caso.
-o que? Só porque eu não falei nada para o senhor
-quero alguém mais experiente, a impressa já esta no meu pé.
-o senhor não pode fazer isto comigo, foi eu que descobri tudo.
-posso e vou-disse quase gritando. Kelvin abaixou a cabeça, parecia um adolesceste vendo o amigo levar uma broca dos pais.  
-me de 48 horas, se eu não tive uma pista sobre o assassino ai o senhor pode me tira do caso.
-ta 48 horas, mas depois o detetive Barreto assume o caso.
-se nos não tivemos  nada do assassino-interrompeu kelvin. Os olhos do chefe do departamento de homicídios fintaram kelvin, se ele tivesse olhos de raio laser teria feito dois buracos na face de kelvin.
-isto mesmo senhor kelvin-disse chefe do departamento de homicídios  com um Tom de ironia    
O chefe do departamento de homicídios  saiu da salinha a depresao que tomava conta do lugar deu uma leve mudada
-David sabe com quem ele se aparece com o seu pai
-serio-disse David ironicamente-ele e o meu pai
-vc deve ter sofrido muito na adolescência
-vc me conhece desde criança vc vivia lá em casa
-mas os meus pais não era policial e eu mal saia de casa imagina vc
- e nos era dois alones, vamos trabalha- terminou David voltando sua atenção para o computador.
- espera seu pai e o chefe e vc só ganhou uma salinha que era o deposito
-vamos, nos concentra no caso-disse o David sem olhar para o kelvin.
                                 Xxx
Um homem de meia idade ele estava na porta de seu apartamento, ele destrancou a porta e abriu aporta deu alguns passos firmes e entrou no apartamento viro se e fechou a porta, jogou sua maleta no sofá ,branco ,grande, todo o apartamento tinha sido decorado pelo maior decorador do mundo ,peca indígenas ,móveis antigos misturado com moveis mordermos  era simplesmente  luxuoso era tudo que o dinheiro podia pagar. O homem foi ate o quarto ele abriu  a porta, ele deu de cara com uma silhueta negra, ele só via o contorno ,,a figura estava de pé próximo a cama  ,homem usou a mão para procura o interruptor  seu olho continuou fixo na sombra ,ele achou o interruptor apertou e as luzes acenderam, era duas colunas de cinco lâmpadas de led, era uma pessoa   alta e esguio com o rosto coberto por um capuz preto com toda sua roupa  ,uma calca um sapato ,uma blusa e um jaqueta que ia ate próximo de joelho, a única parte que se podia ver de seu rosto era seu olho direito ele era vermelho sangue .
  O homem estava congelado de medo a criatura deu alguns passos em direção ao homem que correu  e tranco se no banheiro, um banheiro igual mente luxuoso com toda casa o grande destaque já que o dono da apartamento  tem uma fixação,    era o banheira 6 litros feita de mármore  A criatura abriu a porta com facilidade, a criatura empurrou a homem que caiu dentro da banheira
- vc gosta de banheiro?-indagou-a criatura com uma voz diabólica
-não quem e vc?-tentou o homem entre os dentes
-não foi o que os meus amigos me disseram
-q.. quem? Gaguejou o homem
-vc os conhece muito bem-houve uma pequena pausa a criatura correu a mão por baixo da jaqueta puxando uma faca que estava na bainha presa na sua cintura
-meu nome e Matt, eu sempre quis vc algum  em uma  banheira  cheia de sangue-matt saiu do banheiro e poucos minutos ele retornou com um balde branco com uma tampa ao chegar próximo de banheira Matt, destampou o cheiro de sangue invadiu o banheiro, Matt segurou na alça do balde   e começou a despejar o sangue, o homem tentou sair da banheira, Matt foi ate a ponta da banheira onde estava a cabeça do homem com mão esquerda  puxou o queixo dele para trás forçando contra o banheira, com a mão direita que estava com a faca ele fez um corte de esquerda para direta no pescoço  fazendo com que o homem morresse quase que imediatamente, matt terminou de encher o banheira colocou um urso de pelúcia em um suporte na banheira.
                         xxx 
Um ônibus amarelo tipicamente escolar, alguns  alunos estão entrando. Quase todos estavam dentro do ônibus só faltava o Mateus, a Elisa estava dentro do ônibus com a cabeça para fora da janela o esperando. ele vinha correndo com uma mochila segura somente por uma alça
-desculpem, eu tive que passar no hospital-disse o Mateus, a professora  tinha orgulho do garoto por isso quase todos os atrasos dele era perdoada.
-entre logo- disse o professora com um sorriso de orgulhoso
Mateus subiu os três degraus de ônibus, ele parou no inicio do corredor ,ele correu os olhos procurando Elisa ,ela estava sentada na penúltimo acento ,ele caminhou ate ela ,ele sentou se tento dar um beija nela mas, ela virou a cara
- oque acontece?-indagou Mateus
-nada –respondeu Elisa friamente- Mateus sabia que algo estava errado, ele segurou o maxilar dela  sua mão direita ,os dedos dele tocaram nas maças do rosto dela com firmeza a delicadamente virou  o rosto de para a esquerda para ele olhar nos olhos dele 
-nada-disse ele ironicamente
-vc da mais atenção àquelas crianças do que vc dar para mim
-não acredito vc esta tendo uma crise de ciúmes por causa das crianças
-vc nunca chega na hora nunca pode ficar mais tempo comigo, às vezes deixa de esta comigo só para e com elas- ele a beijou.
-eu te amo, só que às vezes elas precisam de mim ,elas estão doentes naquele ambiente que quase todo mundo odeia ,sorri faz bem para elas, vc sabe o que esta em um hospital dia pós dia, às vezes a única coisa que ela tem diversão e o picolé- Elisa sentiu se um pouco envergonhada , afinal de contas qual menina não ficaria enciumada com o namorado porque ele veste-se de palhaço e amimar crianças doentes em um hospital ,realmente .

-desculpa.

domingo, 19 de janeiro de 2014

aviso

não posto nada faz algum tempo.A.tirei umas ´ferias´B roubam meu tablet e meu Pen driver onde eu tinha alguns textos editados ,felizmente eu tinha um copia não editado no meu PC vou editar hoje ou amanha e terça eu posto.
  

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O fim

Ele já estava cansado, a solidão, melancolia, angustia. Ele não conseguia lembrar sei realmente foi feliz algum dia. Toda a sua volta são felizes, isto o irritava. Cansado, exalto, infeliz, a vida dele só havia dor não dor física e sim dor na alma não existe dor maior que a dor na alma.


Deitado em seu leito com um vidrinho marrom com um desenho de uma crânio, seus lábios trêmulos encostaram-se  no frasco o liquido amargo imudaram sua boca queimando sua garganta ,deitado com os olhos vidrado no teto, sua cabeça tombou para lado seus olhos agora sem brilho seus músculos relaxaram seus pulmões soltaram o ultima bolsa de ar ,o frasco marrom caiu de sua mão direta  derreando uma gota sobre a cama. 
                                                                         escrito por:Jardygleyson Lima

domingo, 29 de dezembro de 2013

A arte de perpetuar

Jonh era o melhor taxidermista do mundo, suas obras tão realistas ele já tinha empalhado todos os animais possíveis só faltava um o ser humano.
Jonh queria muito ter um humano na sua coleção partícula varias vezes tentava comprar corpos de pessoas mortas, mas as famílias não os vendiam, afinal das contas quem venderia, um parente  para deixa-lo empalhado para a resto dos tempos ,John sabia disto então John resolveu arranjar seu próprio cadáver .
Aproveitando o fato dele esta precisando de uma secretaria ele ligou para o jornal e pediu que colocasse um anuncio ´´precisa-se de secretaria com ou sem experiência com idade entre 18 a 25 anos, mandar currículo com foto. ´´ Jonh recebeu vários currículos naquela semana uma moça chamou sua atenção loira olho azul, prefeita pensou John ele ligou para ela.
Lara veio na manha seguinte com eles havia cambiando, o lugar causou um calafrio nela era assustador ficar no meio de tantos animais mortos e empalhados, no final de ums fila de animais mortos a Lara viu um homem cabelo preto com um leve tom grisalho, ela foi ate ele. John assim que viu a Lara teve certeza que ela seria perfeita um corpo cheio de curva pele prefeita. John puxou uma cadeira para lera sentar ele voltou para cadeira atrás de mesa
-tudo bem?-perguntou Jonh
-tudo-respondeu a Lara. Os dois conversaram por algum tempo, Jonh levantou-se e serviu um chá para ela, Lara tomou a chá enquanto Jonh observava atentamente, instante depois do ultimo gole a moça começou a ter dificuldade de respirar, ela sugava o ar, mas ele não entrava nos seus pulmões, ela ficou em pé, Jonh só olhava a Lara que agora estava com uma das mãos apoiada na mesa, Jonh tinha um sorriso no canto da boca. A Lara cai no chão morta.

o corpo já estava quase pronto ,dessecado, banhado de algumas substancias com  cânfora, arsênico, bórax, formol e carbonato de potássio com a couro curtido e o molde de gesso feito do especialmente para Lara  o couro dela estava sendo envolvido no molde .ela estava incrível Jonh agora observava orgulhoso de o seu trabalho ,ela parecia esta viva, agora sua coleção estava completa.
                                                                                  escrito por :Jardygleyson Lima

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Matt (parte II)

-acordou cedo- disse Elisa
-eu estava preocupado
-como o que?
-seu pai, pode  chega de surpresa.
-ele só vai chegar ao final do dia, nos podiamos voltar para o quarto
-eu queria muito, mas tenho que ir ao hospital.
-vc não pode deixar isto para outro dia?-indagou Elisa
-as crianças sentem falta do picolé-ele terminou a frase com uma voz bem característica de palhaço. Ela levantou-se foi ate a porta e pegou o jornal, ela foi ate a cozinha lendo o jornal.
-olha mor, mataram um cara e, deixaram em cima do corpo um urso de pelúcia- o Mateus levantou-se deu um beijo nela, ele estava quase saindo quando ela gritou.
-meu deus eu conheço este homem-Mateus parou
-de onde?
-eu já estudei com o filho dele, garoto estranho.
-como assim?
-não sei como explicar, mas parecia estava com medo de algo, as vezes ele queria contar algo mas sempre travava
- deixa ir para o hospital
                                    Xxx

 O departamento de homicídios num salinha cinza bastante melancólica estava sentando David em frente do computador quando kelvin entrou na sala.
-eu tentando pegar um assassino e  vc navegando na internet-brincou kelvin
-não eu estava atrás de assassinatos  parecido com o nosso caso
-e achou
-sete assassinatos todos diferentes, mas todos com o urso foram em pequenos distritos e não teve grandes repercussões. 
-pode ser coisa da máfia
-eu não sei.  
-devíamos   investigar a ligação dos crimes
-vamos
                                              xxx
Um lugar com paredes, teto, piso branco que chegava o incomodar a vista por causa da luz artificial que refletia um cheiro característico, cheiro de hospital. Uma figura com o rosto pintado de branco.com os contornos da boca pintados de vermelho, sua sobrancelhas feitas de tinta preta  um pouco acima de lugar das verdadeiras, e um nariz redondo e vermelho que dava um destaque maior, um cabelo Black Power multicolorido, uma blusa de manga longa colorida, uma calca com suspensório bastante larga ,sapatos vermelhos enormes ,Mateus picolé
Ele entro uma sala cheia de crianças, todas ficavam encantadas com o palhaço, ele as hipnotizavas, as crianças esquecia-o o porquê de esta ali quando  o picolé estava lá.
    Depois que ele saia de hospital ele ia direto para o treino de futebol na escola. 
Ao chegar ao treino Mateus foi para o vestiário para vestir o uniforme, ele foi ate seu  armário ,havia um grande banco que ia de uma ponta a outra da coluna de armários ,cada coluna tinha mais ou menos trintas armários de 1,97x0,90x0,416,era quatro colunas de armário o de Mateus era os mais próximos de entrada ,ele ouviu um som abafado  que parecia ser algum chorando ,Mateus caminhou lentamente ate o correndo que dava ao chuveiros ,ele olhou para a colunas de armários atrás de onde ficava o seu armário .havia um garoto ele estava sentando com os cotovelos apoiados nas coxas e com o rosto enterrado nas mãos ,ele estava só de sunga e o seu uniforme estava encima do banco
–vc esta bem? Indagou Mateus
-estou – respondeu o garoto levantando o rosto para olhar o Mateus, ele passou as mãos no rosto rapidamente enxugando o que parecia ser lagrimas.
-vc estava chorando?-insistiu Mateus
-não-  respondeu o garoto tentando disfarça ,mas sua pele clara o denunciava seu rosto  principalmente na zona T estava avermelhada
-foi a treinador? Perguntou Mateus  Sentando ao lado do garoto
-não

-ele também fez comigo-Mateus olhando para o garoto via parte de seu passado voltar em sua mente, ele queria esquecer era impossível, ele já sentiu o que o garoto sentia por isso ele sabia o que fazer para ajuda lo.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Matt(parte I)

aviso: esta e um serie que eu vou dividir em parte para não ficar muito cansativa 
 para não confundir este conto dividir -se em três historias que se interliga  








Era uma noite sombria, um, carro para em frente a um armazém abandonado, um homem alto, seu rosto longo com algumas rugas, ele caminhou lentamente ate o armazém abriu a porta, parecia que ele conhecia o lugar, a porta fez aquele terrível som o reger que fica mais assustador com eco, o homem gritou’’OI ‘‘, mas ninguém respondeu o homem deu três passos, um vulto passou atrás do homem que rapidamente virou a cabeça, mas não viu nada, ao volta sua cabeça para frente ele se depara com uma figura humana com o rosto coberto por um capuz preto com toda sua roupa, uma calca um sapato, uma blusa e uma jaqueta que ia ate próximo de joelho, a única parte que se podia ver de seu rosto era seu olho direito ele era vermelho sangue ainda parecia que estava com uma espécie de linha que formava um x nas extremidades e uma em linha reta no centro de olho horrível. o homem assustou-se seu  corpo temia ,homem não sabia se era a figura ou o olho que da mais medo ,a criatura aproximou- se lentamente do homem ,que estava em choque não conseguia sair do lugar  ,uma facada na barriga depois outra ,homem já estava no chão  a criatura abaixou-se e  contou seu pescoço e por fim   ,a criatura levantou-se e jogou um urso sobre o cadáver.

                                                             xxx
O time de futebol de escola estava reunido no vestiário, eles estavam esperando a estrela do time. Um garoto que havia chegando na escola a poucas semanas ,Mateus  um garoto modelo mesmo com poucas  semanas na escola ele já era um exemplo ,era presidente do grêmio estudantil, o melhor jogador do time da escola   ,todas  as garotas caiam ao seus pés ,ele é alto e esguio ,cabelo liso ,olhos azuis na verdade só o esquerdo já que usava um tapa olho no lado direito ,segundo ele tinha pedido o olho devido a diabetes .
-aonde esta o Mateus ele esta atrasado-disse a treinador
-técnico ninguém o viu hoje já pergunte ate para a namorada dele nem ela viu- respondeu o melhor amigo do Mateus, Leonardo, pele parda cabelo liso e escuro, estrutura mediana meio forte. O time já estava entrando em campo, Mateus veio correndo dos vestiários.
-treinador, desculpa pelo atraso.
-certo entre lá e jogue, VAMOS GANHAR TIME-O time fez uma fila indiana no túnel na saída do vestiário, Mateus era o ultimo, a luz artificial ao passo que ele ia caminhando para fora do túnel o luz do sol invadia sua vista, no início ele fechou o olho não suportando a claridade, depois seu olho aos poucos foi se acostumando com a luz do sol. Ao entra no campo ele viu um multidão todos assim que viram ele gritaram o seu nome, Mateus sentiu um forte arrepio a emoção tomou conta de todo corpo de Mateus, os jogadores perfilaram em campo para ouvir o hino nacional. Mateus joga na ponta direita, 22minutos do primeiro tempo ele cruza o bola da direito para esquerda, na verdade ele passa a bola para o centroavante que cabeceia para fora, o jogo estava muito pegado não tiveram mais chances no primeiro tempo. No intervalo o técnico não falou nada os jogadores ficaram sentados descansando, era visível o abatimento do time, Mateus fala.
-a galera tem chances de ganhar e só nos esforçamos-mesmo não sendo o discurso mais motivador o time sempre se espelhava o Mateus  
O segundo tempo começa já no primeiro lance o Mateus recebeu o bola em um drible fantástico tirou o primeiro marcador ele ia se aproximando da área do time adversário um zagueiro alto, forte foi da o combate antes mesmo dele chegar perto da bola Mateus da um chute que vai ao ângulo direito, golaço, todo o time adversário ficou se perguntando com um garoto que só tem um olho pode fazer aquilo, mal sabia eles que o melhor  ainda estava por vir 32 de segundo tempo o time, estava todo atrás Mateus já com lateral ele recebeu o bola e disparou em um único driblo tirou três jogadores, depois passou pelo primeiro zagueiro o deixando no chão, agora ele esta frente a frente com  ultimo zagueiro que entrou de carrinho na bola Mateus em um golpe rápido desfiou do jogador já na entrado de área concluindo com um chute no canto esquerdo indefensável.
 O time de escola do Mateus foi campeão. Todos os jogadores foram para o vestiário Mateus antes de entra ele avistou uma linda garota cabelos longos lisos e negros olhos verdes, um anjo Elisa era sua namorada.
-o gatinho, vamos comemora o titulo lá na minha casa – disse ela antes mesmo dele chegar perto dela, ele a beijou.
-vou tomar banho e vamos

                                    Xxx
O policia chega ao local do crime, isto horas depois do assassinado a policia estima 5horas tudo intrigava os policiais não havia digitais em lugar algum, não havia sinais de que algum carro tivesse em algum momento passado pelo local havia mais perguntas do que respostas. Como ele chegou ao local? O que ele foi fazer lá? Ia encontra alguém? E se ia quem? Mas o principal pergunta quem era ele, não havia identificação sua carteira estava vazia. 
 No meio da neblina, que se formava ao redor do armazém onde o homem foi morto, uma sombra se aproximava do local, alguns policiais sacaram as armas, a sombra quanto mais se aproximava mais apreensivo ficavam os policiais ,quando a sombra já estava bem próxima do armazém já era possível ver os contornos do rosto era familiar para os policiais ,ao entra no armazém todos os policiais relaxaram era o detetive David.
          David um jovem policial que acabara de sair de academia de policia, seu rosto lhe tirava alguns anos, pele clara, cabelo castanho sempre bem alinhado, um pouco magro, estatura mediana. Este e o seu primeiro caso que foi dado a ele pelo comando, pois se tratava de penas um simples homicídio, será?
-o que temos?-indagou David a um policial
-na cena além do corpo também encontramos um urso de pelúcia-concluiu o policial
- o legista já examinou o corpo?
-sim. - David aproximou se do corpo que estava coberto por um lençol branco e fino, David agachou se e levantou o lençol, ele olhou fixamente para o cadáver que estava banhado em sangue. Um homem caminhou lentamente sem fazer nenhum barulho buuuu, David quase cai no chão, era kelvin seu parceiro também recém-formado na academia, ele e um pouco mais alto do que o David, pele alva, cabelo preto liso sempre bagunçado, ele e o melhor amigo de David, eles se conhecem da época da escola.
-vc quase me mata
-foi mau não deu para segura
-porque vc demorou?-indagou o David ao amigo
-foi mal, foi difícil encontrar este lugar, e o meu GPS me mandou para um restaurante tailandês.
-eu te disse para não comprar com aquele velho
-eu estava lá fora não vi marcas de pneus fora dos carros dos policias, como ele chegou aqui?-indagou kelvin para David que ainda estava agachado
-esta e só mais uma pergunta sem resposta-respondeu David levantando se kelvin abaixou se e levantou o lençol, ao ver o estado do cadáver ele faz um cara de repulsa.
- achou que pode ter se abduzido por ETs explicaria tudo – brincou kelvin cobrindo o cadáver

-vamos para delegacia não tem mais nada aqui – os dois saíram do armazém caminhado sobre o cascalho David entrou no carro do parceiro ele foram para delegacia.   

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

O açogueiro

A lua prateada estava apinhada no céu, a luz prateada era refletida nos paralelepípedos da rua deserta, ou quase um homem forte de estatura mediana, com um avental manchado de sangue seco sua calça marrom, luvas que se estendiam ate o cotovelo na sua mão direito um cutelo que refletia o brilho de lua, o andar firme suas botas pretas fazem um barulho oco que ecoava na rua. Ele parou em frente de uma casa branca, com um portão de alumino, um mura de quase 2 metros, o homem saltou a muro com muita facilidade mesmo com o cutelo na mão, dentro do terreno de casa térrea foi ate um das janelas de dava para um quarto, ele a abriu sem fazer barulho saltou para dentro do quarto rosa, havia uma menininha sobre a cama, homem em um movimento rápido pôs a garotinha nos seus braços a levando para fora de casa pela janela que outrora ele entrara, a menininha se debatia nos braços dele que com a mão livre da garotinha quebrou o pescoço dela em um movimento rápido e indolor, agora o corpo sem vida dela estava sobre seus braços.
O corpo de garotinha estava em cima de uma mesa de metal tão fria que o corpo dela homem com uma lamina bem afiada começou a tirar a pele dela caia sobre o chão, ele abriu a barriga dela e tirou todo seu conteúdo, depois do corpo estava vermelho só com a carne exposta ele começou a esquarteja-la dividindo seu corpo em vários pedados, depois tirou todos os ossos, o homem foi ate um moedor de carne e ligou o som pesado, o ruído era ensurdecedor, ele colocou todos os pedaços de carne em uma bacia branca e jogou toda carne no moedor.
 Na manha seguinte
-bom dia eu quer 2 quilos de carne moída- pediu um senhora que já tinha quase 70 anos.

-a carne moída estava bem fresca chegou hoje à noite.
                                                              escrito por:Jardygleyson Lima